Santinho!
Se há coisa que não sou é santinho, embora eles digam que sim:
Agradecimentos ao Renas&Veados, que por sua vez bebeu a informação no Farpas&Bitaites.
Registos perdidos de um tempo passado, feito no presente, questionando o futuro...
Se há coisa que não sou é santinho, embora eles digam que sim:
Agradecimentos ao Renas&Veados, que por sua vez bebeu a informação no Farpas&Bitaites.
Seguindo uma sugestão do MVA, fui fazer o teste The Political Compass, e os resultados não me surpreenderam e considero-os correctos face àquilo que penso e defendo.
Economic Left/Right: 0,12 (ou seja, bem ao centro)
Social Libertarian/Authoritarian: -4,51 (ou seja, defendendo o primado da liberdade individual)
É mesmo isso que defendo, liberdade com responsabilidade, não descurando os aspectos económicos que garantem uma sociedade com justiça social, solidária, garantindo a economia de mercado, mas tendo como objectivo único a criação de uma riqueza que seja partilhável e distribuida equitativamente, proporcionando à humanidade, trabalho, realização pessoal, satisfação das necessidades básicas, culturais, de ambiente, de tempos livres, de saúde, de educação, de apoio social, que permitam uma vivência feliz, independentemente da raça, religião, cor politica, sexo, género, etc.
Se há coisa que me irrita é falar-se em "portugueses deprimidos" ou "clima depressivo" ou "vontade de emigrar"... São tudo expressões que demonstram desistência... abandono... fraqueza... São expressões que demonstram como o facilitismo entrou nas nossas vidas, e como esperamos que tudo nos caia nas mãos, sem esforço, sem luta, sem trabalho... São espressões que, de repitidas até à exaustão, se embrenham nas nossas cabeças, até se tornarem verdades universais...
É um facto que este tom de pessimismo geral se deve à má qualidade geral dos políticos e gestores públicos, do clientelismo, do clima de recessão económica, mas... porra, já somos crescidinhos... já nos perguntámos a nós próprios, ao fim do dia, quando encostamos a cabeça na almofada, o que fizemos durante o dia que possa ajudar a inverter o estado de coisas? Provávelmente o mais que fizémos foi dizer "a culpa disto é deles"...
Agravando ainda mais a situação, o milagre da multiplicação de comentadores ou fazedores de opinião, que se concentram quase exclusivamente nos aspectos negativos do dia-a-dia, dizendo mal, muitas vezes sem verdadeiros argumentos, ou sem emitir as alternativas que deveriam ser, na sua opinião, os caminhos a seguir... é fácil falar, concretizar é que é mais difícil... e na maioria das vezes isso não se torna notícia nos media que temos...
Assim, decidi abrir aqui neste meu blog, um cantinho sobre boas notícias, boas coisas de que vou tomando conhecimento, das mais diversas áreas, que possam demonstrar que, com trabalho, dedicação, força de vontade e sem facilitismos, podemos dizer... esse foi um Tempo ganho! Se tiverem sugestões, usem e abusem do meu mail!
Hoje vou falar do "Pessoal... e Transmissível", programa de rádio que passa na TSF, de segunda a sexta, após o noticiário das 19h.
Durante a semana, muitas vezes durante o nosso percurso de regresso a casa, Carlos Vaz Marques convida pessoas interessantes, nacionais ou estrangeiras que por cá passam, para uma entrevista, que a maior parte das vezes, é mais uma conversa íntima, descontraida e bem disposta, que nos faz esquecer as agruras do dia.
Demostrando que prepara muito bem as suas conversas, fazendo todo um trabalho prévio de investigação sobre a vida pessoal ou profissional do convidado, CVM consegue trazer ao de cima, não aquilo que toda a gente já sabe, mas aqueles detalhes mais intímos, mais escondidos, menos superficiais e mais profundos dessa pessoa, criando uma empatia e uma intimidade entre o convidado e o ouvinte, como se fossemos nós os participantes nessa conversa.
Entretanto, saliente-se um livro já publicado, com algumas das principais conversas já tidas, de título "Pessoal... e Transmissível" Relógio d'Água,2002 e a possibilidade de ir ao site da TSF ouvir algumas das mais recentes.
Tempo Ganho!
Como ainda não tive coragem para publicar uma foto minha, aproveitei uma sugestão da Mascote e fiz o meu retrato virtual...
Eis-me...


... e como tenho de estar no emprego...


Não estou muito diferente do que sou na realidade... faltam só uns pelitos mais no peito, milhares de sinais na pele, e sou um bocadinho mais branquelas...
Saúda-se aqui a coragem de cortar o mal pela raiz, esquecendo um caminho sem luz ao fundo do túnel, e enveredando por uma solução que, apesar de envergonhar, garante resultados e que possui um alto grau de confiabilidade no seu controlo.
Reforça-se a necessidade de apurar responsabilidades...
Na concretização de um projecto informático há sempre questões imprevistas, como em qualquer projecto de outro tipo, situações que evoluiram para outra realidade, pelos mais diversos factores, como em qualquer projecto de outro tipo, há sempre pessoas competentes e incompetentes, como em qualquer projecto de outro tipo, há sempre falhas, errare humano est, como em qualquer outro projecto...
Como profissonal do sector, é-me um pouco mais fácil perceber o tipo de problemas enfrentados na implementação de um projecto, do tipo da aplicação de Colocação de Professores pelo Ministério da Educação/Compta.
Na minha modesta opinião, deverão ter existido erros graves de avaliação da situação, definição dos requisitos que a mesma aplicação deveria implementar, mas sobretudo numa àrea tão sensível e que mexe com tanta gente, sejam professores sejam alunos sejam as famílias dos professores ou dos alunos, deveria ter sido acautelado um plano B ou plano de contigência, de modo a que se algum problema surgisse houvesse a possibilidade de recorrer às aplicações anteriores de colocação de professores ou, caso isso não fosse possível, ter previsto um deadline (data limite) que obrigasse à tomada da decisão política de manter a lista do ano transacto como válida para este ano. Neste último caso, concerteza alguns professores saíriam prejudicados (eventualmente deveriam ser equacionadas medidas compensatórias à posteriori), mas pelo menos evitar-se-iam os impactos nos alunos e suas famílias, afinal o elo mais importante do Sistema Educativo Português.
Após a normalização da situação, ter-se-á de apurar as responsabilidades, directas, indirectas e políticas, e agir em conformidade, sem complacência. O que aconteceu é grave de mais para que tudo fique na mesma.
E se não é à actual equipa do Ministério da Educação que podem ser assacadas todas as responsabilidades, deveria ter clarificado de início toda a situação, pondo logo os professores e associações deles representantes, sobre a gravidade da situação e acordar com eles o referido plano de contingência.
Agora há que unir esforços... e depois de resolvida, identificar as responsabilidades por esta vergonha...
Só não se venha dizer que mais uma vez a culpa é, sempre e só, da informática...
Um dos posts do Single White Male veio de encontro a um pensamento que me rondava a mente desde que criei este blog...
Afinal, quando escrevo, exponho-me... mas exponho-me controladamente... sob um pseudónimo e não mostrando a cara...
Será cobardia? Simples conforto? Ou um blog deve ser necessáriamente anónimo?
Não me parece que a última seja uma regra a considerar, o que me deixa com as outras duas... e sinto que talvez seja um misto das duas... se calhar não quero ser associado públicamente a algumas ideias que aqui exponho ou irei expôr, apesar de as assumir na intimidade da família ou dos amigos... e isso é um misto de cobardia (medo de ser apontado ou reconhecido) e de conforto (se calhar escreverei muito mais abertamente, irei mesmo ao mais profundo da mente, estilo psicoterapia, se souber que continuo a coberto do anónimato)!
Gostava de saber a vossa opinião...
Genius Loves Company
CD de duetos entre Ray Charles e Norah Jones, James Taylor, Diana Krall, Elton John, Natalie Cole, Bonnie Raitt, Willie Nelson, Michael MaDonald, B.B.King, Gladys Knight, Jonnhy Mathis e Van Morrison.
É o último disco da carreira de Ray Charles e é simplesmente estrondoso. Abrilhantado pelas estrelas acima referidas, a voz e o piano de Ray complementa-as e faz com que canções conhecidas tenham uma nova sonoridade, mantendo-as perfeitas e num tom que nos faz flutuar...
A ouvir....